A Interdidática e a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal sortearam 4 viagens para Portugal entre os participantes do 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães de 2 a 4 de junho de 2009.
São eles:
Flavia Soares – Professora – CEF 209 – Santa Maria
Tânia Lagares de Morais – Supervisora Pedagógica – CED 01 RF – Núcleo Bandeirante
Aurelina Martins Rosa – Diretora – EC 419 – Samambaia
Ana de Fátima Dias Henriques – Diretora Regional de Ensino – Ceilândia

O sorteio foi realizado pelo secretário de Educação do DF, José Luiz Valente ao lado da diretoria da Interdidática, Eduardo Vidal e Jorge Vidal e da Dra. Eunice Santos, secretária adjunta de Estado de Educação do DF, no dia 18 de junho, em Brasília.
A viagem está prevista para o mês de setembro deste ano.
A Interdidática e a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal sorteiam 4 viagens para Portugal entre os participantes do 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães de 2 a 4 de junho de 2009.

Serão contemplados os educadores que participaram efetivamente do Congresso, divididos em quatro grupos: um de diretores de regionais de ensino, um de diretores e vice-diretores de instituições educacionais, um de coordenadores e supervisores, e um último de docentes do Ensino Fundamental e Médio.
O objetivo dessa viagem é que os sorteados tenham a oportunidade de conhecer os projetos tecnológicos educacionais que estão sendo praticados pelas instituições de ensino de Portugal, visando a melhoria do ensino e dos educadores brasileiros, que continua sendo a missão da Interdidática. E os contemplados contarão com uma intensa programação cultural e educacional, promovendo o intercâmbio entre os dois países.
O sorteio acontece dia 18 de junho, em Brasília, com a presença do secretário de Educação José Luiz Valente, dos diretores das 14 regionais de ensino do DF e da diretoria da Interdidática e por um representante da Diretoria de Controle Interno da SEDF.
O 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula reuniu mais de 11 mil professores das redes pública e privada de ensino, durante os três dias de sua realização, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães de 2 a 4 de junho de 2009, e continua a render frutos para a Educação do Distrito Federal.
O educador Sérgio Lima, mestre em ensino de Física e professor do Colégio Pedro II, participou do 2° Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula com a palestra “Blogs em Educação: Ruptura ou Mais do Mesmo?”. Ele explicou o que é, as principais características, as possibilidades educacionais e as ferramentas disponíveis em um blog.
Sérgio Lima enxerga a ferramenta como um espaço na educação para compartilhar conhecimentos e refletir sobre as questões levantadas em sala de aula, ultrapassando os limites de tempo e espaço delimitados por elas. “O blog é uma ferramenta de fácil manipulação, leitura e escrita pessoal, adicionando a vantagem da interação com seu receptor por meio de comentários”, explicou.
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Ao investir no “Projeto de um Computador por Aluno – UCA”, proposta do governo federal e realidade em diversos países europeus, o gestor público garante autonomia, conectividade, motivação e colaboração para professores e alunos.

A avaliação foi feita pelo mestrando em Educação e Currículo pela PUC-SP, Rubem Torri Saldanha, em sua palestra na Interdidática Brasília 2009 – 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula.
O UCA é uma proposta do governo federal de viabilizar computadores para estudantes de escolas públicas e contribuir para a inclusão digital desses jovens. Além disso, tornaria os estudantes mais entusiasmados, melhorando assim a qualidade do ensino. “A chegada desses computadores em sala de aula abriria um leque infinito de possibilidades para a área educacional”, afirmou Saldanha.
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Para obter resultados positivos e inovadores em sala de aula, é preciso identificar os problemas, buscar melhorias e promover mudanças.

Foi o que afirmaram os professores Armando Gil e Paulo Roberto Freire, que contaram em palestra no 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, de que forma conseguiram fazer uma verdadeira diferença na prática do ensino.

Professores de Química e Física, respectivamente, eles falaram sobre como passaram a enriquecer a prática educativa, repensar estratégias de trabalho e utilizar os recursos tecnológicos de forma objetiva e criativa. Para isso, contaram com a colaboração e parceria de empresas privadas e muita tecnologia. “Nós defendemos a idéia de que os professores utilizem processos de aprendizagem mais criativos. Dessa forma, teremos alunos mais entusiasmados em aprender”, explicou Freire.
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A professora Paula Carolei, doutora em Educação pela Unicamp, mostrou na prática como o Role Playing Game (RPG) pode ser usado em estratégias de ensino e aprendizagem. Ela particpou do segundo dia de palestras do 2° Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

O RPG é traduzido como “jogo de interpretação de personagens”, em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas. O professor faz o papel de Mestre, que compõe os espaços, os elementos, desafios, e guiam aquilo que o personagem pode ou não fazer, porém, o próprio aluno tem que achar a conclusão do jogo. Continue Reading »
Um dos grandes desafios para o profissional da educação é apropriar-se das ferramentas tecnológicas e ao mesmo tempo construir conhecimento de forma significativa e crítica, humanizando o sistema de ensino.

Nessa linha de pensamento, a professora Grace Luciana Pereira, psicóloga e colaboradora do Portal do Professor (MEC), desenvolveu a palestra sobre a “Apropriação da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) pelo Educador, Jovens, Adultos e Comunidade Escolar”, no 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, em Brasília 2009.
A professora Grace mostrou para educadores do Ensino Fundamental I e II, no auditório master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, alguns caminhos possíveis para tornar a escola um centro de debates e criação de atividades envolvendo as tecnologias. Continue Reading »
Conectando, Comunicando e Construindo a partir de Espaços e Redes Sociais de Aprendizagem. Esse foi o tema apresentado pela professora Bárbara Dieu no 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula. Ela, que é participante ativa de várias associações e comunidades de prática de ensino, falou sobre as possibilidades que o mundo virtual pode proporcionar na arte de ensinar e aprender.

Para Bárbara, que falou para educadores do Ensino Médio, o conhecimento é algo que deve ser compartilhado e, ao contrário de antigamente, o mundo atual oferece maneiras diversas para que isso aconteça. “Hoje em dia, nós temos acesso livre à comunicação e à informação, não só para obtermos, mas para passarmos a outras pessoas também”, explicou. Continue Reading »
A professora e jornalista italiana Isabella Bruni apresentou um novo termo aos professores de Brasília participantes do 2° Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula. Ela mostrou o que é a Educomunicação, que consiste em trabalhar os meios de comunicação nas escolas, com rádios, TVs e jornais feitos pelos próprios alunos e voltados para o aprendizado.

A apresentação abordou os primeiros resultados de um estudo comparativo sobre a área de Educomunicação na Itália e no Brasil que a professora está desenvolvendo em São Paulo, com o apoio do professor Ismar de Oliveira Soares, da Escola de Comunicações e Artes da USP, e da Secretaria Municipal de Educação.
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Com os avanços da tecnologia, fica cada vez mais acessível o uso da internet entre crianças e adolescentes.

Mas é preciso ficar atento à maneira como esses jovens têm utilizado essa importante ferramenta. O alerta foi dado pela pedagoga e diretora executiva da Associação dos Professores do Ensino Jurídico do Estado de São Paulo – APEJ, Cristina Sleiman, no primeiro dia da Interdidática Brasília 2009 – 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula. Continue Reading »

O uso de celulares nas escolas tem se tornado cada vez mais comum e evitar essa prática em sala de aula virou um verdadeiro desafio para os professores. Mas ao contrário do que se pensa, é possível transformar esses pequenos aparelhos em grandes aliados do ensino.
Foi o que explicou o professor Rogério da Costa Santos, pesquisador do CNPQ e integrante do grupo de cientistas do projeto Collective Intelligence, dirigido por Pierre Lévy e promovido pela Universidade de Ottawa (Canadá), no 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula.
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A inclusão digital, um dos assuntos mais discutidos atualmente no âmbito da educação, foi tema da conferência do professor espanhol Ramiro Tomé Conejo, durante o 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula.
Ramiro Conejo falou dos “Projetos de Inclusão Digital na Espanha e na América Latina” e mostrou que o rápido avanço das tecnologias de informação e comunicação, às vezes não é acompanhado por todas as pessoas. Há uma brecha digital causada pela falta de acesso. “A alfabetização digital é um caminho a ser seguido, precisa ser significativa e aplicada. Se a tecnologia não servir para a coletividade, para quem servira então?”, indagou o palestrante.
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A pesquisadora Lizbeth Goodman, que atualmente gerencia a equipe de Pesquisa e Projetos do Futurelab (Reino Unido), esteve no último dia do 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula para falar sobre um tema bastante evidente no mundo educacional: a inclusão digital numa escala global.
Lizbeth apresentou para 3 mil professores das redes pública e privada do DF, que utilizaram equipamento de tradução simultânea, vários casos comprovando que as tecnologias digitais podem promover a igualdade educacional e estabelecer novos métodos e ferramentas úteis à realidade atual.
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Os desafios à formação de professores na sociedade da aprendizagem foi o tema apresentado na Interdidática Brasília 2009 pela professora portuguesa Clara Pereira Coutinho, mestre e doutora em Educação pela Universidade do Minho, na cidade de Braga.
A conferência mostrou a importância da formação de professores na área das tecnologias como fator determinante de construção de uma escola do século XXI. Algumas ferramentas da Web 2.0 foram apresentadas, como blogs, podcasts, wikis, Del.icio.us, Google Sites, Youtube, etc; e discutidas no que se refere ao seu potencial educativo.
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A palestra da professora Maria Inês Fini, doutora em Educação e responsável, em 2002, pela criação e coordenação do ENEM, foi a que mais empolgou os 3 mil professores da rede pública e privada que participam do primeiro dia do 2° Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Logo na abertura da conferência, com o tema “Tecnologia não é Pedagogia”, um vídeo mostrava que os jovens estão acompanhando a evolução tecnológica de forma rápida, utilizando ferramentas como MP3, redes sociais, videogames e celulares para se atualizarem. Por outro lado, apresentava a sala de aula convencional, apenas com giz e o quadro-negro, deixando claro o paradoxo que os educadores enfrentariam sem acompanhar a evolução do mundo.
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Após a abertura solene do 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, os palestrantes Fernando Almeida, vice-presidente da Fundação Padre Anchieta, e Mônica Gardelli Franco, do Núcleo de Educação da TV Cultura de São Paulo, conduziram a primeira conferência do evento, com o tema “Educação e Tecnologia: o Currículo está no ar”.

Eles debateram com 3 mil professores das redes de Ensino Pública e Privada do Distrito Federal, que lotaram o Auditório Master do Centro de Convenções de Brasília, o uso da tecnologia da informação e comunicação (TIC) como um elemento da cultura necessário à produção de conhecimento para o desenvolvimento humano.
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O 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula provou que os professores do Distrito Federal estão em sintonia com as novidades do mundo digital. Durante as palestras e conferências, aproveitavam para utilizar os mais variados recursos tecnológicos, como notebooks, netbooks, smartphones, máquinas fotográficas digitais, tradutores simultâneos e outros.

Todo o evento possuía cobertura gratuita de internet wireless (sem fio) para quem estava com seu equipamento, mas em vários pontos do Centro de Convenções foram instalados computadores com acesso à internet para que os professores pudessem se conectar ao mundo virtual. E não eram raros os educadores aproveitando a oportunidade para atualizar blogs, criar podcasts, mandar resumos no Twitter e outras ferramentas.
Marcos de Souza Santana, coordenador intermediário de orientação educacional da Direção Regional de Ensino de Santa Maria, utilizou o serviço e achou a idéia excelente. “Precisei enviar um trabalho por e-mail e em poucos minutos resolvi meu problema. Foi muito bom poder contar com esse recurso aqui dentro do congresso”, disse ele.
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Mais de 3 mil professores e diretores das redes pública e privada estiveram presentes na cerimônia de inauguração do 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula, no dia 2 de junho de 2009, em Brasília, confirmando o sucesso do evento que terminou no dia 4 de junho, totalizando 11 mil pessoas em todos os dias do evento.
A abertura do Congresso contou com a presença do scretário de Educação do Distrito Federal, José Luiz Valente, do secretário Nacional de Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia, Joe Valle, da diretora do escritório da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) no Brasil, Ivana de Siqueira, da deputada distrital Eurides Brito, do diretor do Sindicato das Escolas Particulares do Distrito Federal, Álvaro Domingues e outros importantes nomes da área educacional.
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A Profa. Msc. Valdenice Minatel Melo de Cerqueira, ao lado da professora Renata Guimarães Pastore vão palestrar no 2º Congresso de Tecnologia Educacional Aplicada à Sala de Aula sobre as Tendências e cultura de uso das NTICS no contexto de ensino e aprendizagem. A escola, alunos e professores 2.0.
Valdenice é Pedagoga pela UNICAMP e mestre em Educação: Currículo (Novas Tecnologias) pela PUC-SP, atualmente é professora e coordenadora do Departamento de Tecnologia Educacional do Colégio Dante Alighieri (SP), onde desenvolve projetos nas áreas de ensino e aprendizagem mediados pelas NTICs, formação continuada de professores em ambientes digitais e inclusão digital.Também é professora do curso de pós-graduação Informática Aplicada à Educação na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Já Renata é Professora de informática e de robótica educacional do Colégio Dante Alighieri – São Paulo é formada em processamento de dados pela FAAP, especialista em Mídias Interativas e Práticas Pedagógicas e licenciada em Matemática. Trabalha com formação de professores através de LMS, desenvolve projetos interdisciplinares com as NTICs e administra o ambiente LMS (Moodle) do Colégio.Também é professora da disciplina robótica educacional, do curso de pós-graduação Especialização em Tecnologia Educacional (Informática Aplicada à Educação), na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Todas as informações sobre conferências e palestras você encontra no site do Congresso www.congressotecnoeducacional.com.br

O entendimento e a diferenciação do conceito de comunidade, seja virtual ou não, interfere na compreensão da dinâmica das relações virtuais, que vão além do domínio técnico das ferramentas. É interessante entender as especificidades desse conceito tão repetido e poucas vezes compreendido. Ao tratar de comunidade, falamos dos conceitos de colaboração e reciprocidade, e é essa diferenciação primordial que possibilita que um grupo, usando uma ferramenta de suporte, evolua no sentido de formação de comunidades. Essa evolução pode ser proposital ou casual, mas deve-se, em grande parte, à forma de orientar as participações. Os acordos necessários exigem planejamento sério e devem contemplar os objetivos da(s) proposta(s) de trabalho, mas requer, principalmente, despojamento, disposição de aprender, de partilhar o caminho. A Profa. Msc. Ju Sampaio Ralha vai focar sua apresentação principalmente neste tema.
Ju Sampaio Ralha é Mestre em Artes Visuais (UNESP) com pesquisa sobre uso de Realidade Virtual por VRML para EaD em Artes Visuais. Especialista em Arte: Ensino e Produção, como pesquisa sobre uso de Tecnologias Digitais para ensino de arte e licenciada em Artes Plásticas e Educação Artística, pela PUC Campinas. Professora de Metodologia e Pratica do Ensino da Arte/Educação e Metodologia de Pesquisa em Arte, tutora e conteudista na Licenciatura em Artes Visuais da UNIMES Virtual, Universidade Metropolitana de Santos, na modalidade a distância. Em Educação a Distância, é especialista em desenvolvimento, aplicação e gestão de metodologias de produção de cursos, trabalhando com análise e desenvolvimento de arquitetura de informação, navegação e usabilidade em websites e cursos on-line.
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