O atual modelo de ensino, com 30, 40 alunos em uma sala de aula, não é eficaz. “Esse modelo atingiu seu limite no início do século passado, mas insiste-se em continuar com ele, é como a produção em uma fábrica”, diz o educador britânico Mike Lloyd, Diretor de Soluções para Escolas de um Grupo de Educação Global da Microsoft. “As escolas vivem um dilema com o declínio das rotinas manuais e cognitivas e o aumento das rotinas interativas e analíticas”, comentou Lloyd.
A cada 18 meses o volume de informações dobra e a forma de comunicação não tem se mostrado suficiente para dar conta desta demanda. “Em um ano sobra apenas 5% do que ouvimos hoje”, disse Lloyd . O educador diz que a eficácia na aprendizagem está ligada a como o aluno recebe a informação. Por meio de palestra, retém 5%; com recurso de áudio e vídeo 20%; em grupos de discussão 50%; em atividade prática 75% e ensinando os outros 90%.
Mike reforçou que é preciso uma escola adaptada ao aluno e não o aluno se adaptar a escola. Ele indica que a tendência é tirar as paredes das escolas para ter mais flexibilidade, com mais assistentes e professores e utilizar as TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) para ter a mobilidade de forma flexível e equipamentos mais modernos.






