Na abertura do último dia da Interdidática (11/05) – Feira Internacional de Tecnologia Educacional, o pesquisador sênior britânico da Open Univesity, Paul Lefrere, abordou a questão da criação das escolas que aprendem na palestra “Direcionamento das Escolas na Aprendizagem: Liderança e Mudança da Dinâmica Através da Inovação Tecnológica”.

Citando o psicólogo educacional Ference Marton, o pesquisador disse que estamos diante de um paradoxo: o de preparar os alunos hoje para situações sequer imagináveis, por meio da aprendizagem. As escolas que aprendem são aquelas com novas metas e visões, atuando para o crescimento individual, com ética e respeito e incentivam a inovação; aplicam novas práticas de liderança, de auto-orientação, de colaboração e de mudanças.
Mas para isso as escolas não precisam fazer grande uso das TIC. “A tecnologia pode ajudar as escolas a agir como “organizações que aprendem” para examinar o ambiente externo, para comunicar metas compartilhadas; para documentar o trabalho colaborativo, para divulgar as realizações e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo. As melhorias vão criar uma dinâmica de liderança e mudança sustentáveis baseadas nas TIC”, disse Paul Lefrere.






