Uma das maiores preocupações em relação ao ensino é a capacitação dos educadores. Dados do Censo Escolar 2009 mostram que 152.454 profissionais dão aulas sem a formação adequada para alunos matriculados em creches, pré-escolas, ensino fundamental e até ensino médio nas cinco regiões do País.

O número de “professores leigos” no Brasil – que só concluíram o ensino fundamental ou o ensino médio regular – aumentou em todas as etapas da educação básica.

Atenta à melhoria da qualidade da educação no Brasil, a Interdidática foca suas ações na formação continuada dos docentes. Com seus Eventos Integrados, leva aos profissionais as mais inovadoras maneiras de ensinar, principalmente com o emprego da tecnologia.

Os professores representam apenas 7,7% dos docentes que atuam hoje nas escolas brasileiras. O total é de 1.977.978. Mas, para os especialistas, as estatísticas são chocantes, porque, após a chamada “Década da Educação” iniciada com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação em 1996, a quantidade de profissionais sem qualificação necessária para dar aulas não diminuiu e, sim, cresceu.

Em 2007, eles eram 6,3% do total de professores da educação básica. O primeiro censo realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para traçar o perfil desses docentes, divulgado no ano passado, mas feito com dados de 2007, revelou que 15.982 dos profissionais sem formação ideal tinham apenas o diploma do ensino fundamental. Em 2009, a mesma categoria de docentes caiu para 12.480.

“Na medida em que a aprendizagem se dá de forma criativa, favorece o conhecimento do aluno e gera satisfação, motivando-o para novos avanços”, afirma Eduardo Vidal, presidente da Interdidática.

Preocupada em colaborar na diminuição desses números, a Interdidática promove eventos na área da educação que estimulam nos educadores a capacidade de renovação na hora de ensinar, apresentando ideias inovadoras baseadas em métodos eficazes.

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